Conforme anotei n’outro dia, me
apresento aqui mais uma vez para narrar sobre sentimentos negativos e as lições
obtidas através deles. Para mais, aqui
aponto a “Ganância”.
A insatisfação sobre algo ou
alguma coisa é a principal causa da “ganância”. Este sentimento é notório desde
o nosso nascimento, portanto é natural.
·
Já observaram como e quando somos bebê e nos
lançamos a mamar?
·
Já analisaram o quanto desejamos ao criar nossos
projetos?
·
Para estes, não são precisos enumerar sonhos e
alvos alcançados?
Pois é, esta nossa busca
constante de algo traduz nossa ambição, porém esta faz parte de uma força, uma
vontade “peculiar”, pois nela desejamos alcançar nossas metas, alvos,
finalidades, até sairmos extasiados.
A ambição sem medida, a qualquer
custo, se sair melhor que os outros, de forma compulsiva, são atos geradores da
“ganância”.
Como eu disse no início deste
relato, com disciplina podemos tirar lições seguras e saudáveis dos sentimentos
negativos. Assim recomendamos que para inibi-los precisamos ter objetivos
claros, ter foco seguro, pois assim não desperdiçaremos energia e tempo. Existe
aqui algo admirável, pois se ao nascer já somos (de certa forma) gananciosos,
então não acredito, que devemos deixar radicalmente de ser, pois será este
sentimento que nos impulsionará sempre por melhores feitos em nossa vida,
principalmente profissional, mas devemos obedecer a limites morais para
adquirir a busca equilibrada de nossas pretensões, assim não nos tornaremos
nocivos.
É isso!
S.Souza:> 22/10/2012; 15:30h.
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Como parte de um banco de dados, de um case, me apresentarei aqui descrevendo o lado positivo dos demais sentimentos negativos: inveja, vingança, egoísmo, soberba, ganancia e raiva.
Estarei convicta que esta leitura patrocinará melhor entendimento sobre determinadas ações penitenciadas por muitos.
O que sentimos, quer seja por algo ou alguém, sempre está relacionado ao nosso momento presente, e
este se perfaz geralmente sobre a falha de uma das partes.
Estamos nos propondo sempre à flexibilidade de sentimentos, por isso acredito ser conveniente até mesmo amadurecer de forma benéfica tais sentimentos aqui expostos teoricamente, para os quais deixarei somente uma breve observação, na qual pretendo injetar otimismo naquele que vir a ler.
Ditamos aqui o sentimento mais aguçado por muitos, até por mim mesma, pois ele pode ser “branco”, no bom sentido de gabar mesmo.
A INVEJA
Muitos se espantarão, pois muitos negam que sentem inveja, mas gostam de apontar que outras pessoas sentem. Como podemos assim dizer, se ficamos irritados com ações alheias?
Muitos se espantarão, porque teimam em ignorar que são invejosos.
Quando este sentimento realça em nós como cunho pessoal, porque o outro parece belo, bonito ou lindo, conforme altere, então podemos alegar que existe aí uma malha com preconceitos, daí o melhor é enfrentar este convencionalismo e assim traduzi-lo a nosso favor como um alerta, pois se estou me sentindo menos favorecida na imagem, então vou cuidar mais do meu perfil;
Quando este sentimento realça em nós como cunho material, porque o outro (a vítima) tem mais poder aquisitivo, melhor padrão de vida, tem isso ou aquilo que não possuímos daí existe o agravo sobre nossa falta de oportunidades, ou o receio em mudar radicalmente. Nesta ocasião, oriento que desvie o foco do outro e esquadrinhe suas veredas e tinja-as com a exatidão para desenvolver melhores possibilidades de sucesso.
Boa leitura!
S.Souza :> 18/10/2012.
Estamos nos propondo sempre à flexibilidade de sentimentos, por isso acredito ser conveniente até mesmo amadurecer de forma benéfica tais sentimentos aqui expostos teoricamente, para os quais deixarei somente uma breve observação, na qual pretendo injetar otimismo naquele que vir a ler.
Ditamos aqui o sentimento mais aguçado por muitos, até por mim mesma, pois ele pode ser “branco”, no bom sentido de gabar mesmo.
A INVEJA
Muitos se espantarão, pois muitos negam que sentem inveja, mas gostam de apontar que outras pessoas sentem. Como podemos assim dizer, se ficamos irritados com ações alheias?
Muitos se espantarão, porque teimam em ignorar que são invejosos.
Quando este sentimento realça em nós como cunho pessoal, porque o outro parece belo, bonito ou lindo, conforme altere, então podemos alegar que existe aí uma malha com preconceitos, daí o melhor é enfrentar este convencionalismo e assim traduzi-lo a nosso favor como um alerta, pois se estou me sentindo menos favorecida na imagem, então vou cuidar mais do meu perfil;
Quando este sentimento realça em nós como cunho material, porque o outro (a vítima) tem mais poder aquisitivo, melhor padrão de vida, tem isso ou aquilo que não possuímos daí existe o agravo sobre nossa falta de oportunidades, ou o receio em mudar radicalmente. Nesta ocasião, oriento que desvie o foco do outro e esquadrinhe suas veredas e tinja-as com a exatidão para desenvolver melhores possibilidades de sucesso.
Boa leitura!
S.Souza :> 18/10/2012.
Existem momentos, que nos encontramos perdidos nos nossos
pensamentos e assim observando a vida como um atropelo em nossa trajetória. Não
devemos percorrer caminhos tortuosos, se sabemos porque assim estão.
Podemos nos tornar mais efetivos e assim fazer acontecer
melhores oportunidades, não somente para nós, mas também para nossa
família. Portanto quero destacar alguns
alertas que poderão fazer acontecer em nossas vidas, que seguem:
·
Faça tudo “de corpo e alma”. Não seja morno, fazendo por fazer.
Até o impossível, se torna possível quando nos envolvemos integralmente;
·
Faça tudo com muita vontade de realizar, pois a possibilidade de
dar certo aumenta tremendamente, quando fazemos tudo com a mente alegre;
·
Seja otimista. Não se deixe influenciar pelos cínicos e pelos pessimistas.
Ajude a construir o ideal, a cada dia dando o passo do dia;
·
Concentre-se nos seus pontos fortes. Ao invés de se deixar bloquear
por eventuais pontos fracos, ancore-se no que você tem de melhor;
·
Concentre energia. Evite desperdiçar energia fazendo as coisas “de
forma picada” ou começando muitos projetos sem nada concluir.
Deus está vendo!




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