Estou aqui a
enfrentar covardemente as desventuras surgidas em meu caminho, que me parecem
difíceis, que me levam a fechar os olhos e procurar pelas mãos de meu Paizão
Bôa João Boanerges, sim porque estou sempre acreditando na sua companhia, pois
é esta que me leva à possibilidade de vencer e não baixar a cabeça à toa.
Tudo que
presenciei em meu Paizão foi a resiliência, que o mesmo nos ensinava com as
palavras de otimismo, pois Ele sabia que levantar era uma consequência
de cair, que não se pode ficar parado no tempo, até porque o relógio não para e
o Sol é uma estrela, que trabalha sucessivamente também.
Certa vez
meu Paizão disse (lá do jeito dele), que Jesus mesmo tão importante para muitos
religiosos, é maltratado, desconsiderado e desobedecido a cada ação do ser
humano. Principalmente, quando um aponta qualquer falha no outro, sem se
importar com a mácula em Jesus. Este que aponta “erros no outro” é
perfeitamente um censurável, desonesto, torto, injusto e enganador na “Palavra
de Deus”.
Meu Paizão
sempre estava com palavras sábias para nos definir, mas jamais nos ofender,
maltratar. Dizia que só gostamos do doce, até provarmos o amargo, a bondade
após notarmos a ruindade. Dizia também, que precisamos notar o antes, o durante
e o final de cada tarefa em nossas vidas, quer sejam as boas, como as más
situações, porque assim notamos as verdades em todas as fases da situação.
Sabedoria é
para poucos, mas atingimos essa escala na vida, quando realmente sabemos o que
precisa ser valorizado em nossa trajetória.
Por mais
resiliente que eu seja, por tudo que aprendi, por tudo que estou aprendendo e
por mais que aprenderei me vem à certeza que aplico há muito em minha vida:
“JAMAIS ANSIEI SER
RESPONSÁVEL PELA INFELICIDADE DE ALGUÉM, MAS NÃO TOLERO, DA MESMA FORMA,
ACEITAR QUE ALGUÉM SEJA RESPONSÁVEL PELA MINHA INFELICIDADE”
TUDO
COLOCO NAS MÃOS DE DEUS!
S.Souza:19/08/2013;
00:53min.
