quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Estou aqui a enfrentar covardemente as desventuras surgidas em meu caminho, que me parecem difíceis, que me levam a fechar os olhos e procurar pelas mãos de meu Paizão Bôa João Boanerges, sim porque estou sempre acreditando na sua companhia, pois é esta que me leva à possibilidade de vencer e não baixar a cabeça à toa.
Tudo que presenciei em meu Paizão foi a resiliência, que o mesmo nos ensinava com as palavras de otimismo, pois Ele sabia que levantar era uma consequência de cair, que não se pode ficar parado no tempo, até porque o relógio não para e o Sol é uma estrela, que trabalha sucessivamente também.
Certa vez meu Paizão disse (lá do jeito dele), que Jesus mesmo tão importante para muitos religiosos, é maltratado, desconsiderado e desobedecido a cada ação do ser humano. Principalmente, quando um aponta qualquer falha no outro, sem se importar com a mácula em Jesus. Este que aponta “erros no outro” é perfeitamente um censurável, desonesto, torto, injusto e enganador na “Palavra de Deus”.
Meu Paizão sempre estava com palavras sábias para nos definir, mas jamais nos ofender, maltratar. Dizia que só gostamos do doce, até provarmos o amargo, a bondade após notarmos a ruindade. Dizia também, que precisamos notar o antes, o durante e o final de cada tarefa em nossas vidas, quer sejam as boas, como as más situações, porque assim notamos as verdades em todas as fases da situação.
Sabedoria é para poucos, mas atingimos essa escala na vida, quando realmente sabemos o que precisa ser valorizado em nossa trajetória.
Por mais resiliente que eu seja, por tudo que aprendi, por tudo que estou aprendendo e por mais que aprenderei me vem à certeza que aplico há muito em minha vida:

“JAMAIS ANSIEI SER RESPONSÁVEL PELA INFELICIDADE DE ALGUÉM, MAS NÃO TOLERO, DA MESMA FORMA, ACEITAR QUE ALGUÉM SEJA RESPONSÁVEL PELA MINHA INFELICIDADE”
TUDO COLOCO NAS MÃOS DE DEUS!


S.Souza:19/08/2013; 00:53min.